Mobile Marketing Blog

Este é o Mobile Marketing Blog da Praesto Convergence, onde discutimos como mobile marketing e mobile advertising podem ser utilizados para gerar resultados reais para marcas e empresas.

Acompanhe o Blog

Por email:
Por RSS Feed RSS

Boas práticas na promoção de um aplicativo iPhone

A partir dos seus aplicativos “RATP Lite” e “RATP Premium”, que oferecem informações oficiais do transporte público para os Parisienses, a faberNovel dividiu com o mercado algumas de suas experiências na promoção de aplicativos iPhone através de uma apresentação.

Após a introdução de alguns dados, a empresa apresentou seu conceito dos 4 P´s da App Store: Product (Produto), Price (Preço), Promotion (Promoção) e Place ( no caso, Disponibilidade).

Começando pelo produto, foi monitorada a quantidade de usuários que fizeram download da versão Lite antes da versão Premium. Quando o preço do Premium era €1,59, nada menos que 80% dos usuários experimentaram a versão Lite antes de comprar. Quando o preço caiu para €0,79, esse número foi de 50%. De qualquer forma vemos que, para um aplicativo pago, é crucial ter uma versão grátis para testes, principalmente se o preço desse aplicativo for um pouco mais caro.

Em preço, foi percebida a sensibilidade do mercado quanto à questão. Um corte de 50% no preço foi capaz de triplicar as vendas. É interessante colocarmos também que segundo a empresa, a receita com publicidade na versão Lite também compensava a estabilidade da receita de vendas com a versão Premium. Em novembro e dezembro a venda de advertising na versão Lite foi responsável por respectivamente 55% e 63% do lucro com os aplicativos.

Já em promoção, a constatação foi de que o retorno em campanhas Web não costuma ser muito bom. 500000 impressões nos principais sites franceses geraram somente 4 vendas. A recomendação foi o marketing cruzado em aplicativos: um aplicativo anuncia a publicidade de um outro, complementar, e vice-versa. Essa prática teve um CTR 8 vezes maior que as campanhas na web.

Por fim, a disponibilidade. A primeira versão do aplicativo tinha 27Mb. Quando o tamanho foi reduzido à 7Mb e o download passou a ser disponível via 3G (somente aplicativos menores de 10Mb podem ser baixados dessa forma), houve o maior pico de vendas em todo o período da análise.

Em um ponto muito relevante apresentado pela pesquisa, foi  apresentado um possível algoritmo para a determinação do ranking de aplicativos. Segundo a proposta, são levados em consideração os últimos 4 dias, distribuídos de acordo com o seguinte peso, da data atual até o 4º dia anterior: 8, 5, 5, 2. Esse dado é importantíssimo para a elaboração de campanhas de promoção de aplicativos. Para alcançar o ranking e conseguir chegar ao círculo virtuoso entre “alto ranking ↔ aumento de vendas”, é necessário investir por pelo menos 4 dias consecutivos. Não é válido, por exemplo, rodar a campanha em um dia específico sendo repetido semanalmente.

Para quem tiver interesse, a apresentação completa pode ser conferida abaixo:

Siga aqui mais informações de mobile pela Praesto no Twitter.

Aplicativo iPhone Bella Club no ar

Depois de um bom tempo “brigando” no processo de aprovação da App Store, finalmente foi ao ar no final do ano passado o aplicativo Bella Club para iPhone que desenvolvemos em parceria com o Bella da Semana, um dos maiores sites de ensaios sensuais do Brasil.

O aplicativo pode ser baixado gratuitamente na App Store, e conta galerias de fotos e vídeos making of de ensaios de algumas modelos, com opções de idiomas para português, inglês e espanhol. Em breve outros conteúdos do site também estarão à disposição. Os screenshots abaixo dão uma amostra do aplicativo.

aplicativo-iphone-bella-screenshot

Apesar da publicação na App Store ter acontecido no final do ano, o aplicativo já teve uma boa repercussão, como mostram esses posts  da MacMagazine, Mobilepedia e Vírgula, por exemplo.

Para baixá-lo via iTunes, basta clicar aqui.

Siga aqui mais informações de mobile pela Praesto no Twitter.

O mito da construção da lista de opt-in para campanhas de mobile marketing

O título do post é a tradução de um artigo que recebi ontem da newsletter da Kim Dushinski, consultora de mobile marketing nos EUA. O texto trata de forma simples de um tema que sempre aparece nas discussões sobre possibilidades e limitações do mobile marketing: o opt-in para envio de mensagens SMS para os consumidores.

A Kim ressalta o fato da obrigatoriedade de construção dessa lista com anuência explícita do consumidor, mas argumenta que muitas empresas ficam paralizadas por não terem essa base, e assim acabam não dando os passos necessários para engajarem de vez com o mobile marketing. Segundo ela, esse é um problema comum para empresas de todos os portes (estão todos praticamente no “ponto de partida”), mas pode ser gradualmente contornado através de uma estratégia de marketing coordenada para construção dessa lista, especialmente usando outras mídias ou até mesmo outras ferramentas de mobile.  Ou seja, a obrigatorieade do opt-in não deveria ser a desculpa para não se fazer mobile marketing, mas sim um estímulo a mais se iniciar agora, já que esse processo leva um certo tempo porém resulta em um ativo de marketing muito valioso.

Entendo que a combinação de SMS com links para mobile site ou aplicativos enviados para uma base de clientes que fizeram o opt-in é uma solução muito interessante de mobile marketing, principalmente para pequenas e médias empresas. É uma forma precisa e com alto retorno sobre investimento de se fazer CRM ou ações promocionais. Em posts futuros trabalharemos melhor esse tema.

Aqui no Brasil, a MMA já publicou o código de conduta de mobile marketing em português. O download do documento pode ser feito aqui.

Para finalizar, deixo o texto da Kim na íntegra abaixo.

ARTICLE

Text Message List Building’s Biggest Myth
by Kim Dushinski

The biggest misconception around mobile marketing lies in
the idea that a business builds a database of mobile phone
numbers and then dives into a mobile marketing campaign
using these numbers.

Nothing could be further from the truth. The reality is that in
order to build a database of opt-in mobile numbers you
have to do a mobile marketing campaign. Here’s why.

Text messaging is a mandatory opt-in marketing channel.
It is never smart or ethical to send text messages that are
not explicitly requested. And in many places around the
world it is illegal to do so. This explicit permission is not
granted simply by being a customer or giving a business a
cell phone number for other purposes.

Opting in has very specific criteria. You have to get
someone to text in to opt in, sign up online with using a fill
in the blank form or reply “Yes” when you have gotten
verbal permission to add them to your mobile list. None of
these can be done without having a mobile marketing
campaign going.

The good news is that everybody starts at zero. Fortune
500 companies and small businesses alike all start with no
one in their mobile marketing database.

Even better news is that it only takes a smart marketing
strategy and powerful marketing implementation to get
people opting in like crazy. Give people a good reason to
sign up and make sure they know all about it and your
campaign is underway. Your text message database is
being built.

Waiting to start mobile marketing until you have a mobile
database is impossible. You cannot build a mobile
marketing database without doing mobile marketing.

Kim Dushinski, author of The Mobile Marketing Handbook,
is the founder of Mobile Marketing Profits, a mobile
marketing education and consulting firm. Find out more
about how you can take advantage of the opportunities in
mobile at http://www.MobileMarketingProfits.com.

Siga aqui mais informações de mobile pela Praesto no Twitter.