Mobile Marketing Blog

Este é o Mobile Marketing Blog da Praesto Convergence, onde discutimos como mobile marketing e mobile advertising podem ser utilizados para gerar resultados reais para marcas e empresas.

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Novo relatório da Admob: iPhone cresce internacionalmente e Android passa o Windows Mobile

Como já comentamos em outras ocasiões aqui, a Admob abre mensalmente um relatório com informações sobre os acessos nos aplicativos e mobile sites que fazem parte da sua rede de mobile advertising.

Neste mês, o destaque ficou por conta da análise mais detalhada sobre a distribuição e uso dos aparelhos iPhone e iPod Touch, que representam juntos 47% de todo o tráfego da rede.

Segundo o relatório, a grande maioria dos usuários dos aparelhos se encontram na América do Norte (especialmente EUA), porém estão aparecendo evidências de que o crescimento do número de acessos nas outras regiões do mundo já está ocorrendo a uma taxa ainda mais acelerada. Nos últimos seis meses, por exemplo, a participação dos EUA caiu de 61% para 54%. O gráfico abaixo mostra como está a distribuição por regiões atualmente.

iphonebyregions

Dentro dessa ditribuição, o Brasil apresenta um número pouco superior a 1%. Em números absolutos, a Admob estima que um total de 26,4 milhões de iPhones já acessaram serviços da sua rede, e o Brasil seria responsável pelo acesso de mais de 200.000 aparelhos únicos, um número bastante expressivo considerando o número estimado do total de aparelhos vendidos por aqui.

Além da análise detalhada sobre esses aparelhos e de diversos outros dados sobre acesso em diferentes países, o relatório ainda destaca que o crescimento dos acessos provenientes de aparelhos com Android continua bastante forte, já ultrapassando o número de acessos de usuários com Windows Mobile, como mostra o gráfico abaixo.

smartphones

É importante ressaltar também que, mesmo sem o mesmo hype que possuem o iPhone e o Android, as plataformas Symbian (Nokia e alguns SonyEricsson) e RIM (Blackberries) continuam sendo extremamente representativas dentro do total do acesso da rede.

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Otimizando performance de mobile advertising em aplicativos

O pessoal da Admob fez um post interessante com algumas melhores práticas de uso de mobile advertising em aplicativos, já que essa é uma modalidade que tem crescido muito rapidamente na rede deles por conta dos programas para iPhone e Android.

Separamos aqui as dicas mais interessantes:

- Os anúncios não devem ser colocados muito próximos ou embaixo de botões ou qualquer outro objeto que os usuários possam clicar acidentalmente quando estiverem interagindo com o aplicativo;
- Os anúncios não devem ser colocados em um posição que cubra ou esconda qualquer área que os usuários tenham interesse em ver;
- Os anúncios não devem ser colocados em uma tela sem-saída. Deve sempre haver uma maneira do usuário sair da tela sem ter que clicar no anúncio (ex. botão Menu ou Voltar);
- Os anúncios não devem ser recarregados com um período menor de 60 segundos;
- O número de anúncios em uma única página não deve exceder 1 se a página é fixa. Se a página permite rolagem (scroll),  deve haver no máximo um anúncio no topo e outro no rodapé da página, e ambos não podem aparecer simultaneamente na mesma tela.

Apesar de ainda haver bastante experimentação, é importante para o mercado buscar as best practices para garantir que o mobile advertising continue entregando altas taxas de retorno para os anunciantes e preservando a boa experiência para o usuário, que em última instância é quem garante que o modelo seja sustentável a longo prazo.

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Como não fazer mobile advertising

O Pedro Bombonatti publicou ontem no Mobilepedia suas impressões sobre algumas veiculações de mobile banners que estão disponíveis no mobile site do portal Globo.com.

Conforme relatado e depois complementado nos comentários do post, estão sendo veiculados banners de anunciantes importantes, como Sundown, Guaraná Antarctica, Niely, Fiat Linea, NovaSchin, MasterCard, BMW, Petrobras e TIM, porém com uma falha grave para a interação do usuário e consequentemente para os resultados das campanhas: praticamente nenhum deles tem um mobile site de destino (landing page) bem elaborado.
O Pedro comenta no post que, ao clicar nos banners, alguns redirecionam o usuário para um site em Flash (que não funciona nos celulares), em outros simplesmente dá erro, e em um dos casos (Sundown), o redirecionamento é para o site Web da empresa, que apesar de ‘funcionar’, também não é adequado para os celulares.

Escapam dessa avaliação, mas não sem ressalvas, os anúncios da TIM e do Fiat Linea. O anúncio da TIM redireciona o usuário para um mobile site com informação das promoções, que é funcional e informativo porém peca pela qualidade do desenvolvimento (nota 2 de 5 teste do Ready.mobi , por exemplo). O do Fiat Linea traz um mobile site mais adequado para iPhone e celulares high-end, mas também com algumas falhas técnicas (nota 3 de 5 no Ready.mobi). É importante citar que algumas destas falhas inviabilizam o funcionamento do mobile site em determinados aparelhos.

Além disso (como comentário complementar), ambos os sites perdem a oportunidade de ir além de um conteúdo apenas informativo e estimular mais a interação com os visitantes, como por exemplo fazer inscrição para recebimento de mais e informações e click-to-call para atendimento no caso da TIM, ou consulta de concessionária mais próxima e agendamento de test-drive no caso da Fiat.

Nos comentários do post do Mobilepedia, o pessoal (até agora, Pedro Macêdo e Léo Xavier) já identificou que alguns desses anunciantes são patrocinadores do BBB e que provavelmente essa mídia mobile estava embutida em uma venda casada na cota de patrocínio, e que portanto agência, anunciante e veículo não teriam dado a devida atenção para o caso.

Concordo com o que foi colocado por lá. A experiência é bastante frustante para o usuário, e nesse momento inicial  em que é necessária a catequização e demonstração de resultados para todos (usuários, agência, anunciante, etc.),  faltas como essa são bastante maléficas para o mercado como um todo.

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