Mobile Marketing Blog

Este é o Mobile Marketing Blog da Praesto Convergence, onde discutimos como mobile marketing e mobile advertising podem ser utilizados para gerar resultados reais para marcas e empresas.

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Números inéditos sobre o uso do iPhone no Brasil via Admob

Nesta semana, a Admob nos concedeu em primeira mão os dados atuais de acessos à Internet móvel via iPhone e iPod Touch registrados na sua rede no Brasil.

São números que impressionam bastante, especialmente pelo rápido crescimento. A evolução foi de mais de 300% ao longo de 2009.

Vale ressaltar que esses números são referentes apenas ao acesso via aplicativos e mobile sites que utilizam o sistema de publicidade da Admob (comprada recentemente pelo Google), ou seja, os números totais no Brasil são ainda maiores do que esses. O gráfico abaixo mostra o número de impressões (pageviews) e usuários únicos divididos entre iPhone e iPod Touch. Os usuários únicos mensais ultrapassaram o número de 200 mil, enquanto o número de impressões já está quase batendo na casa de 25 milhões mensais.

Numeros de acesso a Internet pelo iPhone via Admob

Além desses números, outros dados importantes compartilhados pela Admob são relacionados à distribuição dos usuários com relação à versão do sistema operacional (firmware) do iPhone utilizado pelo usuário. Pelo gráfico abaixo, é possível perceber que apenas cerca da metade dos usuários possui a última versão do iPhone OS instalada (3.1.2), mas que 95% deles já usam da versão 3.0 para a frente. Esses dados são de extrema importância pois ajudam a guiar os desenvolvedores na hora de escolher quais funções colocar nos aplicativos, já que algumas delas só estão disponíveis nas últimas versões do firmware.

Divisao-de-impressoes-por-firmware-admob

Para quem quiser saber dados mundiais (não-restritos ao iPhone), a Admob publica mensalmente um relatório com informações similares consolidadas por regiões e por todo o globo.

Caso tenham interesse em saber mais, o Shoaib Makani, Business Development Manager da Admob, se colocou à disposição para contato pelo email: shoaib@admob.com.

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Mobile Sites Rápidos e Acessíveis

Recentemente foi publicado um artigo no blog do Google dando dicas de como projetar mobile sites para que estes sejam mais rápidos e acessíveis. O artigo original em inglês pode ser acessado aqui.

Google

Faremos aqui um overview dessas dicas:

- Fornecer uma ligação entre a versão mobile e a versão para desktop a fim de evitar que os usuários naveguem com seus dispositivos móveis em sua versão desktop sem saberem que existe uma versão mobile trabalhada especialmente para eles.

- Usar uma URL simples e anunciá-la. De preferência curtas e fáceis de digitar.
Exemplos: m.yoursite.com, mobile.yoursite.com ou yoursite.com/mobile.

(mais dicas de como escolher a URL móvel neste artigo)

- Trabalhar a interface de forma a evitar o mínimo de digitação e com componentes visuais que facilitam a interação do usuário e que juntos sejam visualmente agradáveis em um formato pequeno.

mobile-gmail

O Gmail, por exemplo, fornece uma versão mobile que é mais acessível para dispositivos móveis.

- Pensar no ambiente em que seu mobile site será acessado, pois normalmente o acesso se dá em ambientes não tão confortáveis como em computadores desktop, as informações devem ser encontradas de forma rápida e fácil com conteúdos claramente identificados e sucintos.

- Formatar seu mobile site para visualização em diversos navegadores móveis e diferentes tamanhos de telas disponíveis no mercado de dispositivos móveis. Existem diversos navegadores, com diferentes características e formas de carregar páginas. Se você tiver uma audiência internacional, certifique-se de que seu projeto é flexível o bastante para atender os diferentes dispositivos nesses países.

- Reduzir o número de vezes que seu mobile site deve fazer uma requisição ao servidor. Evitar a abertura de novas conexões/requisições HTTP, que são freqüentemente o mais importante fator de poupança dos recursos do dispositivo.

- Em vez de ter um arquivo CSS que importa vários outros, ou um arquivo JavaScript que carrega outros pedaços de código, consolidar todas as dependências da sua página em um único arquivo. Reduzir a página para um único arquivo (e, portanto, uma única requisição) irá produzir um aumento na velocidade.

- Diminuir a quantidade de código. Quanto menos código, menor a quantidade de dados transferidos e mais rápido sua página carregará.

- Baixar os conteúdos de forma gradativa. Não carregar imagens que nunca serão vistas pelo usuário final e no caso de uma galeria de imagens, considerar o carregamento da imagem anterior e da próxima para aumento da velocidade da interface, mas nunca baixar imagens que estão “fora de alcance”.

- Usar novas funcionalidades do HTML a fim de melhorar a interação com o usuário. Navegadores HTML5 (Mobile Safari, Android) podem usar a cache para reduzir o tempo de inicialização da página e habilitar os recursos offline.

- Usar CSS3 ao invés de imagens sempre que possível. Navegadores HTML5 que suportem CSS3 (novamente, o Mobile Safari, Android) podem usar atributos de cantos arredondados, degrades, sombras, transformações de texto, telas e muito mais. Usando CSS para criar sua página em vez de imagens pode reduzir a transferência de dados.

- Se o seu mobile site deve atingir a grande maioria dos usuários, portanto ele deverá ser compatível com os mais variados dispositivos móveis. Em geral, quanto menos complexo o código, mais compatível ele será.

- Algumas advertências são dadas tais como o fato de que Flash ainda não é suportado pela grande maioria de dispositivos móveis e, portanto não é aconselhado usar. Muitos BlackBerrys não têm CSS e JavaScript habilitados por padrão e deve se considerar que a maioria dos usuários não irá descobrir que precisam destes recursos ou como podem ativá-los. JavaScript em dispositivos com processadores mais lentos podem ser difíceis de executar.

- A última dica dada pelo artigo já é bastante conhecida pelos desenvolvedores: Teste, teste e teste! Em especial no mundo do desenvolvimento mobile com tantos dispositivos diferentes é especialmente importante os testes. Navegadores mobile podem redimensionar textos e imagens e interpretar CSS de formas diferentes dos navegadores de desktop. Ler uma página de um mobile site em um dispositivo móvel pode dar uma sensação completamente diferente da leitura em um desktop. De forma alguma se deve assumir que a interação com o PC é equivalente à interação com os dispositivos móveis.

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Usuários do Android estão mais propensos a usar aplicativos e Internet no celular

Um artigo de hoje na eMarketer mostra alguns dados de uma pesquisa recente da Nielsen que indica que os usuários donos de aparelhos com o sistema operacional da Google, o Android, utilizam mais a Internet e aplicativos do que usuários de outros aparelhos. Nesses quesitos, o Android “ganha por pouco” do iPhone, e os dois juntos têm uma vantagem mais expressiva sobre os outros smartphones (vide tabela abaixo).

nielsen1

A pesquisa mostra ainda que o iPhone “dá o troco” no Android no que se refere a serviços multimídia (fotos, vídeos, etc.), e que em geral os outros smartphones também apresentam números menores nesses quesitos.

nielsen2

O artigo por fim ressalta que, apesar dessa ligeira vantagem relativa (por usuário) do Android sobre o iPhone em Internet móvel, em números absolutos o iPhone ainda lidera os acessos à mobile web. Segundo a StatCounter, 38% dos acessos vieram de iPhones, enquanto 6% vieram de aparelhos com Android.

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