Na última edição da newsletter da MMA que foi enviada hoje, está em destaque um artigo do Mike Wehrs, presidente da associação, em que ele apresenta diferentes plataformas tecnológicas para utilização em campanhas de mobile marketing e discute brevemente os potenciais e limitações de cada plataforma. No texto, ele argumenta que o público-alvo e a estratégia geral da campanha devem ser levados em conta na hora da escolha das plataformas, evitando assim que se planeje as ações segundo o famoso ditado “para quem tem um martelo na mão, tudo parece prego”.
Fiz um rápido resumo do artigo com as observações que ele levantou para cada plataforma:
SMS
- Funciona em todos os aparelhos;
- Geralmente empregada para fazer a integração com outros canais (ex. outdoors, TV, revista, etc.);
- Facilidade de interação para os usuários.
Aplicativos para Smartphones (distribuídos pelas lojas dos fabricantes)
- Percentual de smartphones ainda é pequeno, porém cresce rapidamente;
- As App Stores facilitam aos consumidores a descoberta e instalação dos aplicativos;
- Aplicativos permitem uma experiência mais profunda e rica com a marca;
- Na medida que o número de aplicativos nas App Stores aumenta, fica mais difícil para o consumidor encontrá-los sozinho, o que exige um maior trabalho na promoção e distribuição pelas marcas.
Aplicativos para celulares “comuns” (não-smartphones)
- Esses celulares representam a grande maioria da base dos usuários atualmente (mais de 85%);
- Há diversas possibilidades de criação aplicativos ou advergames para esses celulares através de tecnologias como Java e Brew (observação pessoal: a possibilidade de distribuição desses aplicativos em ações presenciais com Bluetooth é uma ótima oportunidade em alguns casos);
- É uma opção a mais (além do SMS) para as marcas fazerem ações para o público da massa, proporcionando-os uma experiência mais rica.
Mobile sites para Internet móvel
- Depois do SMS, é a plataforma mais abrangente em termos de números de aparelhos suportados;
- Há uma ótima oportunidade de integração com campanhas de SMS. Os usuários podem receber o link do mobile site e ir visitá-lo sem ter que memorizar ou digitar nenhum endereço;
- O uso da Internet móvel tem um custo para o usuário cobrado pela operadora, caso ele não tenha nenhum plano de dados. Por isso os mobile sites devem ser bem projetados para minimizar os gastos (e espera do download) pelo usuário.
Mike fecha o artigo ressaltando que campanhas bem elaboradas geralmente utilizam ferramentas complementares, aproveitando o que há de melhor em cada uma para atingir o público-alvo. Vale a pena conferir o artigo na íntegra aqui.





