Mobile Marketing Blog

Este é o Mobile Marketing Blog da Praesto Convergence, onde discutimos como mobile marketing e mobile advertising podem ser utilizados para gerar resultados reais para marcas e empresas.

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Aplicativos ou mobile sites – o que devo escolher para minha marca?

(Artigo publicado originalmente no Webinsider)

Um dos maiores desafios para as marcas e desenvolvedores em mobile marketing é a escolha das plataformas para qual será desenvolvido um determinado serviço ou conteúdo móvel.

Devido à grande diversidade de aparelhos, além dos mobile sites, há a possibilidade de se desenvolver aplicativos para  várias plataformas – Java, iPhone, Symbian, Blackberry, Android, Windows Mobile, dentre outras.

Essa escolha depende principalmente do público-alvo e do tipo de serviço a ser oferecido, sendo a decisão tomada geralmente em dois níveis:

  • 1. Faço aplicativo e/ou mobile site?
  • 2. Caso faça aplicativo, quais plataformas utilizo?

Vantagens dos aplicativos

Vejamos primeiro algumas características que auxiliam a responder a questão número um. Algumas vantagens dos aplicativos em relação aos mobile sites são:

  • Melhor experiência para o usuário. O aplicativo possibilita uma melhor utilização de recursos gráficos e de interface, proporcionando um uso mais rápido e agradável para o usuário. Além disso, é possível disponibilizar conteúdo (todo ou parte dele) para ser acessado offline.
  • Share of hardware. Pela simples presença do ícone dentro do celular, o aplicativo tem o potencial de criar um vínculo um pouco mais forte e recorrente do usuário com o serviço do que um site móvel marcado nos favoritos do navegador. (Saiba mais sobre o termo share of hardware)
  • Menor custo de acesso. Nos aplicativos, toda a parte da interface já está ‘instalada’ no celular, o que implica em um tráfego de dados muito menor para se acessar um determinado conteúdo da internet. Ou seja, para grande maioria dos usuários, isso significa um custo bem mais baixo pelo uso do serviço. A implicação prática desta característica varia bastante de acordo com o público-alvo. Usando como exemplos dois dos nossos serviços, no caso do Voos Mobile o custo do tráfego de dados não apresenta tanta relevância devido ao perfil econômico dos usuários (pessoas que voam com frequência). Já para o mKut, os usuário são extremamente sensíveis ao custo do acesso, e para muitos o aplicativo é a única solução viável financeiramente para se utilizar o serviço.
  • Acesso a recursos nativos do celular. Os aplicativos possibilitam a utilização de recursos nativos do aparelho (câmera, GPS, Bluetooth, agenda, etc.).  Para os casos em que essas funcionalidades são essenciais, fazer um aplicativo ainda é a única alternativa. Essa vantagem tende a diminuir ao longo do tempo devido à evolução dos navegadores dos aparelhos.
  • Possibilidade de monetização pela venda ou micro-pagamentos. Com o sucesso da App Store da Apple e o surgimento das lojas de outros fabricantes, vender aplicativos tornou-se uma opção mais concreta para algumas empresas. Além disso, dependendo do tipo de negócio ou serviço, é possível para uma marca vender bens, conteúdos ou acesso premium através de micro-pagamentos dentro dos aplicativos. Essa opção está disponível atualmente na versão 3.0 do sistema operacional do iPhone.
  • Mobile games. Para a grande maioria dos games, por conta dos requisitos de mídia e performance, os aplicativos são a única solução viável para implementação.

Vantagens do site mobile

Analisando o outro lado, os mobile sites também apresentam uma série de vantagens em relação aos aplicativos. Entre elas:

  • Distribuição facilitada. É bastante simples comunicar e estimular a experimentação de um mobile site pelo usuário. Além de poder divulgar o endereço em qualquer outra mídia (TV, revista, jornal, folhetos, outdoors, etc.), o uso de outras ferramentas como o SMS-link e QR-Code facilitam ainda mais o acesso. Já para o aplicativo, mesmo no caso do iPhone que possui uma forma simples e intuitiva para se instalar aplicativos – a App Store – há a barreira da instalação que por vezes dificulta o imediatismo do uso, especialmente nesses casos onde o serviço é promovido através de outras mídias.
  • Ferramentas de busca. Ao contrário dos aplicativos, os mobile sites são indexados pelas ferramentas de busca, por isso fica muito mais fácil para os usuários “descobrirem” os serviços, especialmente quando já estão em mobilidade. Vale ressaltar que todos analistas entendem que a busca será um dos grandes alavancadores da internet móvel, assim como tem sido para a fixa.
  • Facilidade de atualização. Para o lado da marca, é possível atualizar continuamente o conteúdo do mobile site garantindo que o usuário sempre verá a última versão disponível, o que não ocorre com os aplicativos offline. Além disso, essa atualização é instantânea, já que não é necessário qualquer tipo de aprovação de terceiros, como no caso da Apple com os aplicativos para iPhone.
  • Custo/tempo de desenvolvimento. Pelo grau de dificuldade e pela oferta de recursos no mercado, é mais rápido e barato para a marca criar um mobile site do que um aplicativo, o que muitas vezes viabiliza projetos com orçamentos menores ou prazos mais apertados.
  • Compatibilidade. O mobile site, desde que desenvolvido corretamente, é a forma mais universal de se disponibilizar um serviço móvel com garantia de funcionamento na grande maioria dos aparelhos da base. (No entanto, para melhorar a experiência do usuário é recomendado fazer diferentes versões para diferentes aparelhos, como comentado aqui.)

Considerando os pontos acima e assumindo que seja interessante para a marca desenvolver um aplicativo, ainda fica pendente a questão de qual plataforma escolher para este desenvolvimento.

Foge do escopo desse texto uma discussão mais elaborada sobre esse ponto, mas é possível resumir afirmando que a plataforma Java atende os principais requisitos dos aplicativos e funciona em quase todos os celulares, à exceção do iPhone, que possui uma plataforma própria, porém com mais possibilidades de uso de recursos técnicos e de mídia.

Em suma, os aplicativos Java são ‘universais’, enquanto os aplicativos iPhone são mais ‘poderosos’.

Feita toda a análise, deixo algumas dicas práticas para serem usadas na hora de se escolher o que fazer:

1. Faça a “lição de casa” primeiro: ter um mobile site é essencial. Mesmo para o caso de serviços móveis mais elaborados que exigem aplicativos, ainda vale a pena criar um mobile site no mínimo com uma descrição do serviço e link para download do aplicativo.

2. Sempre que possível, é interessante ampliar os benefícios para os usuários e também fazer o aplicativo Java. Além das vantagens mencionadas acima, com o aplicativo Java é possível fazer ações de marketing de proximidade distribuindo o conteúdo gratuitamente para os usuários através de Bluetooth.

3. Aplicativos iPhone (e em breve no Brasil, Android) são uma ótima forma de promover serviços diferenciados a um público muito qualificado. Apesar de poder se considerar a “cereja do bolo” por conta do ainda baixo percentual de usuários, os donos desses aparelhos são muito mais engajados e acostumados a utilizar serviços móveis, além de uma maior geração de mídia espontânea.

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O iPhone é o novo Second Life?

Esse é o título do texto que escrevi para o Webinsider, onde levanto a questão de que a febre do iPhone está fazendo com que várias empresas se apressem em colocar a sua marca no aparelho, muitas vezes de uma forma não tão pertinente. Esse movimento lembra o que aconteceu com o Second Life em 2007, onde parecia ser muito mais importante “estar lá” do que de fato prover algo de valor para os consumidores.

O artigo pode ser lido na íntegra aqui.

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Que endereço escolher para meu mobile site?

Para quem ainda não viu, na semana passada tive um novo texto publicado no Webinsider com o título deste post. O artigo rendeu alguns comentários bem interessantes que também valem a pena ser lidos.

Depois de expor algumas questões, sugeri a seguinte checklist para o processo de escolha do nome e a comunicação/distribuição do mobile site:

  • 1. Utilize o subdomínio m.nomedosite.com.br para disponibilizar e promover o mobile site de sua empresa ou marca;
  • 2. Use um sistema de identificação de celulares para entregar a versão móvel do conteúdo para o usuário, mesmo que esse acesse a versão www.nomedosite.com.br (o usuário pode desconhecer a versão móvel ou estar vindo direto de algum link como esse em outro serviço);
  • 3. Disponibilize a versão para iPhone do mobile site em iphone.nomedosite.com.br, e providencie o redirecionamento para este endereço quando o usuário acessar m.nomedosite.com.br de um iPhone (a comunicação do endereço específico do iPhone é opcional);
  • 4. Em qualquer um dos mobile sites, dê para o usuário a opção de ver a versão full-web do conteúdo, caso ele ache necessário. Apesar da experiência não ser a mais adequada, celulares como o iPhone ou outros com browsers mais poderosos permitem uma navegação razoável no conteúdo feito para PC e alguns usuários preferem usar esta opção.

O endereço com o texto completo está neste link.

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